Plenitude da própria solidão

Não senti vontade de ligar para ninguém.
Nenhuma de que partilhei a vida,
E nem as que quero partilhar.
Nenhum nó ficou em mim

Nenhum desejo de voltar
Não quero sentir os mesmo beijos
Muito menos de me vingar
Não quero que queimar minhas cartas

Talvez até faria outra hoje.
Onde diria que estou feliz só
Sem pontos, nem vírgulas e nem interrogações.
Somente feliz, por estar feliz.

Felicidade advinda de muito esforço
Claro. É só assim que sinto.
Depois de correr, sentir e viver.
O vento bate na cara gelada, de uma vida quente.

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