O ato.

Não tenho vergonha, 
Agito o copo de areia com vigor. 
Tênue e compassado, 
Sentindo toda a energia que transcorre minhas pupilas, 
ouço a espuma enfim achando se caminho de repouso. 
a voz ainda fraca suspira de alivio, 
Acariciando tudo e queimando ao simples toque. 
Embriagado, a sabedoria se apaga, 
e dá lugar a suspensão indefinida, 
onde só existe você e eu, em um universo distante e próximo. 
Imaginário e real.

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